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Pastor em Amor à Vida pode mudar rumo dos personagens principais

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O personagem Efigênio (Gláucio Gomes) volta à novela “Amor à Vida” como pastor evangélico. Seu retorno na trama pode mudar a vida dos principais personagens, pois no início ele era dono do bar onde Paloma (Paola Oliveira) deu à luz Paulinha (Klara Castanho).
Efigênio foi então testemunha ocular da tentativa de homicídio de Félix (Mateus Solano) contra a própria sobrinha e poderá ser reconhecido pela mocinha da novela.
Mas até que isso aconteça o trabalho dele será evangelizar os moradores do bairro. No próximo dia 15 o episódio vai mostrá-lo se aproximando de Denizard (Fúlvio Stefanini), atual dono do bar, de Rinaldo (Marcelo Flores), Gina (Carolina Kasting) e Carlito (Anderson Di Rizzi).
Nesse culto de evangelização, Efigênio vai contar com o apoio de Maristela (Vera Mancini) e Verônica (Miriam Lins) que já são evangélicas. Ao falar sobre seu passado, o pastor vai mostrar que mudou de vida depois de se converter.
“Eu tive bar, fui um homem do mundo, até na prisão eu fui parar. Mas depois eu encontrei a fé e me tornei obreiro do Senhor. Nós esperamos por vocês nesse templo dedicado ao Senhor Jesus Cristo, que estamos abrindo aqui no bairro”, diz.
Com a inauguração dessa igreja, alguns críticos de TV apostam que o autor, Walcyr Carrasco, vai cumprir o que está na sinopse original e vai converter a personagem Valdirene (Tatá Werneck) e seu futuro esposo, Carlito (Anderson Rizzi) que se tornarão estrelas da música gospel.
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Audiência  pode  fazer  Globo  desistir  de  mocinha  evangélica  em  novela


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Na sinopse da novela “Amor à Vida” estava escrito que a história da personagem Valdirene (Tatá Werneck) iria passar por uma grande reviravolta e ela deixaria de ser “periguete” para se tornar cantora gospel.
Faltando poucos dias para a exibição do episódio onde Valdirene seria evangelizada, a jornalista Keila Jimenez, da coluna Outro Canal da Folha de São Paulo, escreve que a Globo pensa em cortar a conversão para que a personagem não deixe de ser engraçada.
A justificativa é que a personagem tem feito grande sucesso com as cenas de humor que divide com sua mãe, Márcia (Elizabeth Savalla), e as cenas dramáticas da conversão podem fazer com que a novela perca a audiência.
O autor, Walcyr Carrasco e a emissora estão pensando em esquecer a ideia de Valdirene se tornar evangélica para apostar em mais cenas de deboche. Uma das opções é fazer com que elas fiquem ricas de verdade, mas continuem cometendo deslizes pela “falta de noção” que é a característica principal das duas personagens.
Valdirene seria a primeira mocinha evangélica de uma novela da Globo, as demais vezes que a emissora retratou um evangélico foram personagens polêmicos e bem caricatos como foi em “Cheias de Charme” com a personagem Ivone e em “Avenida Brasil” com Dolores.
Fonte: Gospel Prime

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