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Internautas veem preconceito religioso contra Feliciano; críticos querem pastor fora de comissão


A permanência do deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDH) gerou opiniões antagônicas entre os internautas do UOL. A nota sobre a decisão do PSC em mantê-lo no cargo tinha ao menos 600 comentários por volta de 21h.
Enquanto uns pedem a saída imediata do parlamentar, chamado pelos críticos de "racista", "homofóbico" e "antimulheres", outros o defendem, argumentando que Feliciano é alvo de preconceito religioso por ser evangélico.
O internauta André Lourenço de Souza diz que "todos os outros segmentos da sociedade podem influenciar com seus princípios e costumes e um religioso, como pastor evangélico, não pode". Ele ainda questiona se, quando o papa Francisco visitar o Brasil, em julho, será alvo de críticas por ter sido contra a aprovação do casamento gay na Argentina.
"O novo papa declarou abertamente ser contra o casamento gay e a relação homossexual e ninguém se manifesta para chamá-lo de homófóbico. Quando o líder máxima da Igreja Católica estiver no Brasil, esses artistas irão se manifestar contra a posição do papa?", afirmou, referindo-se ao manifesto de artistas pedindo a saída de Feliciano da CDH.
Para a internauta que se identificou como Liguria afirma que os críticos do pastor, "a pretexto de combater alguém que julgam preconceituoso, acabam reproduzindo o preconceito ao tachar evangélicos de "ignorantes", "imbecis", "vaquinhas de presépio", etc". "Ou seja, chamam alguém de preconceituoso, mas também são preconceituosos. Será que vocês não estão reproduzindo a intolerância."
Fonte: uol

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